segunda-feira, 30 de junho de 2008

domingo, 22 de junho de 2008

sábado, 21 de junho de 2008

Em foco: Ana Galluf e o Blogger

Foto: Orkut (Ana Galluf)


Quinta dia 19 de junho foi a última aula de Comunicação Digital com a professora ANA GALLUF. Esse blogger foi ELA quem criou, ela quem deu as ideias, valorizou, avaliou. Com uma grande alegria eu continuo com esse projeto. Muitos a partir do momento que virem se passou na matéria ou não deixará seu blogger de lado. Isso não acontecerá com o meu, por mais que eu não poste sempre por motivos da mais variada natureza. Aprendi muito aqui, quando não posto recebo cobranças a maioria de amigos que acompanham aqui meu trabalho e meu desempenho academico. Agradeço a ANA GALLUF e digo: "você vai deixar saudades" talvez pelo seu jeito descontraido animado, talvez por ter sido umas das primeiras experiencias do meu meio academico. Mas que vai fazer falta nas minhas noites de quinta vai. MAS ASSIM É FEITO O MUNDO. Idas e vindas, perdas e ganhos. Mas...vamos continuar nos vendo, discutido, aliás sua opinião foi sempre de grande valia. Obrigadado Professora!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

terça-feira, 10 de junho de 2008

A malícia no Jornalismo Investigativo

Link do Trailler Ausência de Malícia: http://www.youtube.com/v/nBC0e-w_zNE&hl=pt-br
"Errar é humano". Quem já não escutou essa frase? No jornalismo "errar" pode representar o fim de uma carreira, ou fechamento das portas do mercado de trabalho. Por isso a responsabilidade de veicular informação torna o jornalista o portador de um dos bens mais preciosos, chamado: notícia. Parece-me uma definição bem simplista, embora o profissional tenha nas mãos o poder de manipular a informação beneficiando uma das partes envolvidas.
No filme "Ausência de Malícia" propõe uma reflexão sobre o comportamento do repórter em determinadas apurações, principalmente pela busca incessante do furo de reportagem. A grande tônica é a relação fonte x repórter, que muitos casos extrapolam um objetivo crucial: a verdade. No desenrolar do drama, notamos que a jornalista Megan passa por um dilema: o risco de prejudicar seu caso amoroso com o empresário Michael Gallagher (principal fonte), ora ocultar informações que auxiliem a polícia. Há uma subversão de valores, até porque o papel do profissional é justamente divulgar o que lhe apresentam como "oculto". Destaco mais uma falha primária, publicar informações que foram concedidas em "off", isto acaba gerando um clima de desconfiança com a fonte em questão.
A credibilidade deve estar presente no cotidiano do repórter, e para que um veículo de comunicação passe confiança ao leitor se faz necessário levar em consideração alguns fundamentais conceitos jornalísticos: "lei dos dois lados", rechecagem e pesquisa. Para que se tenha uma boa matéria baseada na coerência dos fatos, necessitamos cumprir pelo menos os referidos aspectos.
No jornalismo investigativo o olhar deve ser o mais desconfiado possível, temos o dever da "desconfiança". E foi justamente a ausência de malícia que provocou um embaraço na vida da protagonista. Infelizmente os jornalistas convivem com a iminência de serem perseguidos, seja pela sociedade ou reféns de suas próprias fontes. Afinal, o compromisso com a verdade custa caro e muitas vezes é pago com a própria vida.

A ÉTICA DO JORNALISMO DISCUTIDA NO CINEMA


AUSÊNCIA DE MALÍCIA
ABSENCE OF MALICE (1981)

O filme “Ausência de Malícia” (Absence of Malice, 1981, EUA), propõe uma reflexão sobre o poder da imprensa relacionada com informações mal apuradas, e as conseqüências catastróficas de atitudes impensantes dos jornalistas. Esse longa é um drama de 116 minutos produzidos pela Columbia Pictures Corporation e Mirage Productions que juntas proporcionaram uma ótima qualidade digital e além de uma completa interatividade através dos extras e apresentações especiais.Dirigido por Sydney Pollack e retratado através de dois grandes atores nortes-americanos, Paul Newman e Sally Field o filme enfatisa a relação repórter e fonte, que em busca do furo de reportagem, esses comunicadores extrapolam um objeto crucial: a verdade.A jornalista Megan Carter (Sally Field) obtém a informação, propositalmente dada pelos policiais, de que o empresário Michael Gallagher (Paul Newman) era o principal suspeito pelo desaparecimento de um líder sindical. Antes de ouvir a versão de Gallagher, ela divulga a notícia, visando o furo. Inocente, mas com o nome denegrido, o empresário procura a repórter, cobrando-lhe explicações.No jornal, Michael Gallagher questiona à jornalista se eles sempre colocam o nome de suspeitos no jornal, após a confirmação de Megan Carter, o empresário novamente a questiona, se eles também publicam uma matéria ou uma nota quando descobrem que o suspeito era inocente. A jornalista com o semblante assustado responde que não, com a justificativa de que os oficiais não avisam a redação quando acabam as investigações. Essas questões estão presentes no início e o no final do filme, quando a imprensa divulga que o empresário era inocente, apesar de já ter denegrido o nome da sua empresa, e causado irreparáveis danos na sua vida.No desenrolar do drama, a jornalista é convidada pelo empresário várias vezes a se encontrar em restaurantes com o propósito de conhecê-lo melhor, nesse clima de arrependimento, Megan se envolve emocionalmente com o Gallagher, surgi então outro assunto polêmico, o envolvimento entre repórter e fonte. Aparece de maneira sublime no filme esse tema, mais notamos que a jornalista Megan passa por um dilema: o risco de prejudicar seu caso amoroso com o empresário Michael Gallagher, ou ocultar informações que auxiliem a polícia.Há uma subversão de valores, até porque o papel do profissional é justamente divulgar o que lhe apresentam como "oculto". É bom destacar mais uma falha primária que é publicar informações que foram concedidas em "off", isto acaba gerando um clima de desconfiança com a fonte em questão. E como gancho tem-se o suicídio de Tereza Perrone (Melinda Dilon), amiga de Michael Gallagher, que ao contar um segredo numa conversa em off, relata que estava com Gallagher no dia do desaparecimento da vítima. Solicitando que não fosse publicado, pois perderia seu emprego numa escola católica onde trabalhava, além de ter um pai muito rígido, ela conta que estava fazendo um aborto, acompanhada pelo acusado. Sem respeitar o pedido, a jornalista além de noticiar o relato não omitiu o nome da fonte, o que provocou o suicídio da mesma.Enfim, “Ausência de Malícia” expõe o trabalho diário do jornalista, revelando suas relações dentro e fora da profissão, sob o ponto de vista de questões éticas. Dessa forma, torna-se quase um manual do que não deve ser feito, tomando como base Megan Carter que, ao desenrolar dos acontecimentos, toma consciência de tudo: “Não foi o trabalho, fui eu que errei”. Mas não podemos culpar totalmente esses profissionais, cuja maioria batalha por um espaço. Lutar por um jornalismo mais sério é nossa obrigação, mas isso deve ser feito em conjunto, equipe. Acreditar no jornalista é nosso dever, assim como desejar a verdade, imparcialidade, objetividade para pagarmos nossas contas.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Em foco: TPM


Faltam alguns dias para o Dia dos Namorados que aliás eu faço 1 ano de namoro no mesmo dia...mas não vem ao caso e esse blogger não é pessoal, hoje falarei, comentarei, argumentarei sobre um fator nada singelo que abala uma vez por mês qualquer namoro: a TPM.

Todo mês lá vem ela infernizando os namorados: a TPM. Para as mulheres quer dizer: Chateação, irritação, nervosismo, chorar, chorar, chorar, comer, espinhas, chocolate. Nesses dias de TPM, Tensão Pré-Menstrual, a mulher parece que se torna a pessoa mais sensível e irritável do mundo, tudo se resolve na gritaria ou no choro.Quando as garotas estão de TPM parece que os sintomas ficam transparentes, pois depois delas fazerem aquele escândalo por nada, sempre vem algum homem e comenta: “Ela deve estar de TPM”. E aí, depois delas (mulheres) se atolarem de tanto comer chocolate ainda se perguntam: Será que isso só acontece comigo? Calma minha amiga, uma coisa eu tenho certeza, milhares de mulheres no mundo sofrem desse mal, porque tenho amigos com o mesmo problema,mas e aí será que remédios, chocolates, e chorar muito resolve seus problemas de TPM? Namorados, se sua namorada acha que isso resolve, compra chocolate e dê lencinhos para ela chorar durante esse tempo que varia de 2 a 6 dias por mês, ufa !


Definições para TPM

Todos os Problemas Misturados.
Tendências a Pontapés e Murros.
Temporada Proibida para Machos.
Tô Puta Mesmo.
Tocou, Perguntou, Morreu.
Tire a Porra da Mão
Tente no Próximo Mês.
Tô Pirada Mesmo.
Tempo Para Meditação
Totalmente Pirada e Maluca
Tendência Para Matar
Tira as Patas, Moleque
Tenha Paciência, Maluco.
Toda Problemática no Momento.
Total Paranóia Mental.
Tenho Problema Mensal.

Abaixo um guia útil que deveria ser tão comum quanto à carteira de motorista no bolso de todos os maridos, namorados, amantes ou similares! Sugiro memorizar para sua própria segurança!


PERIGOSO: O que tem pro jantar?
SEGURO: Posso te ajudar com o jantar?
SEGURÍSSIMO: Onde voce quer ir pra jantar?
ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.

PERIGOSO: Voce vai vestindo ISSO?
SEGURO: Nossa, voce fica bem de marrom.
SEGURÍSSIMO: Uau! Tá uma gata!
ULTRA-SEGURO:Aqui, come esse chocolate.

PERIGOSO: Tá nervosa por que?
SEGURO: Será que nao estamos exagerando?
SEGURÍSSIMO: Toma 100 reais.
ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.
PERIGOSO: Será que voce devia comer isso?
SEGURO: Sabe, ainda tem bastante massa.
SEGURÍSSIMO:Quer um copo de vinho pra acompanhar?
ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.

PERIGOSO: O que voce fez o dia todo?
SEGURO:Espero que voce nao tenha trabalhado demais hoje.
SEGURÍSSIMO: Adoro quando voce usa esse robe!
ULTRA-SEGURO:Come mais um pouco de chocolate.